A Canalha Nacional, que já nasce com código de barras na testa, na falta daquilo que sua ``alta nobreza`` exigia na moita - dinheiro sujo, resolveu auto apropriar-se do nosso dinheiro limpo. Agora que todo mundo já sabe, que diferença faz que seja às claras, não é mesmo? Depois de tudo, ninguém foi nem preso e muito menos guilhotinado, então... À pilhagem, nobres assaltantes!
Claro que os do mensalão FHd, auto convocação, privatização, mete-mete a mão, vão berrar pelos seus 50 mil canais de rádio-tv-jornais que a culpa é do PT, esse bando de pobres que não sabe nem roubar com classe.
Quem for honesto, ou pelo menos queira parecer, deverá recusar sua parte neste butim.
27.12.05
23.12.05
A todos o Natal
com menos fogos e mais calor
aos manos e manas
e que gritem todos os parentes
vivas! Vivas ao Aniversariante!
- Ah! se minha alma que anda tão miserável
me permitisse um poema...
Cataria estrelas velhinhas caídas no chão
e depois de dar-lhes lustro,
com sopro em concha e esfregá-las nas mãos,
as atiraria para cima,
para ouvir tilintar o seu riso de sinos
e pedir-lhes, porque não? que eu fosse só um menino
e ainda,
porque, porque não?
que todos os meninos fossem irmãos.
aos manos e manas
e que gritem todos os parentes
vivas! Vivas ao Aniversariante!
- Ah! se minha alma que anda tão miserável
me permitisse um poema...
Cataria estrelas velhinhas caídas no chão
e depois de dar-lhes lustro,
com sopro em concha e esfregá-las nas mãos,
as atiraria para cima,
para ouvir tilintar o seu riso de sinos
e pedir-lhes, porque não? que eu fosse só um menino
e ainda,
porque, porque não?
que todos os meninos fossem irmãos.
22.12.05
RS, o estado que mais cresce - para baixo
O coraçãozinho que enganou gaúchos com o papinho de uni-los, agora só falta dizer - morram abraçados! Ano a ano tem feito a economia gaúcha cair do cavalo. Este ano fez o PIB do estado cair 4,8% !!!! E é pré candidato ao Planalto! Cara de pau, conversinha pra boi dormir e apoio da mídia nunca lhe faltou.
O povinho do coraçãozinho vai continuar morrendo abraçadinho ouvindo o papinho furado dessas figuras e rezando pela cartilha da RBS e suas amestradas ``âncoras`` que lhes deram, dão e darão a maior força e votos, muitos votos, traindo a confiança do povo gaúcho.
O povinho do coraçãozinho vai continuar morrendo abraçadinho ouvindo o papinho furado dessas figuras e rezando pela cartilha da RBS e suas amestradas ``âncoras`` que lhes deram, dão e darão a maior força e votos, muitos votos, traindo a confiança do povo gaúcho.
Câmara de vereadores de POA defende nepotismo
Na moita, sempre escondendo-se, para não votarem o projeto do vereador Aldacir Oliboni (PT), apresentado pela terceira vez, que proíbe contratação de parentes e cônjuges para cargos em comissão na Câmara da Capital, em tramitação há 10 meses, o conluio de vereadores da confortável situação fez adiar-se novamente a votação, para 2006. É a defesa da (má) tradição, da família (deles) e da propriedade privada do que é público.
Parabéns ao vereador Oliboni, do PT - assim são os petistas, assim é o PT que conheço e reconheço. Bem fácil também é reconhecer os outros, esses que são especialistas em tornar privado o que é e deveria permanecer público.
Salve o PT! Expulsão de todos os que cometeram ilícitos.
Parabéns ao vereador Oliboni, do PT - assim são os petistas, assim é o PT que conheço e reconheço. Bem fácil também é reconhecer os outros, esses que são especialistas em tornar privado o que é e deveria permanecer público.
Salve o PT! Expulsão de todos os que cometeram ilícitos.
21.12.05
O maior e mais longo assalto
Operações da Polícia Federal já levaram à prisão 1.234 meliantes: políticos, empresários, juízes, policiais e servidores públicos, ainda que depois liberados pelos habeas porcos. Denuncie falcatruas e larápios pelo e-mail: crime.internet@dpf.gov.br .
A caterva que assaltou os brasileiros da ditadura até o fim de 2002 e quase fez do Brasil um grande lixão e do povo catadores, agora quer meter a mão nos Correios. É da natureza dos ladrões querer roubar e roubar, principalmente quando descobriram maneiras de fazê-lo praticamente sem risco de cadeia - basta que sejam eleitos e aí ``vender``, ``privatizar``. Ainda há muita coisa além dos Correios - CEF, BB, metade da Petrobras - onde querem fazer o butim. Desde que, claro, o povo caia no conto da honradez e competência gerencial dos vigaristas e os eleja em 2006. Aí começará o segundo assalto.
A caterva que assaltou os brasileiros da ditadura até o fim de 2002 e quase fez do Brasil um grande lixão e do povo catadores, agora quer meter a mão nos Correios. É da natureza dos ladrões querer roubar e roubar, principalmente quando descobriram maneiras de fazê-lo praticamente sem risco de cadeia - basta que sejam eleitos e aí ``vender``, ``privatizar``. Ainda há muita coisa além dos Correios - CEF, BB, metade da Petrobras - onde querem fazer o butim. Desde que, claro, o povo caia no conto da honradez e competência gerencial dos vigaristas e os eleja em 2006. Aí começará o segundo assalto.
20.12.05
Fabricar grandes navios - é Brasil !!!
A Petrobrás Transporte S.A. (Transpetro) recebe, no dia 28 de dezembro, os envelopes com as propostas dos oito participantes da licitação para a construção dos primeiros 26 petroleiros do Programa de Modernização e Expansão da Frota.
A iniciativa gerada pelo governo federal é estratégica porque representa o renascimento da indústria de grandes navios no país e equivale a um terço de todos as embarcações que o Sistema Petrobras já teve até hoje. Nessa primeira fase, o processo vai gerar 22 mil empregos. A expectativa é de que os contratos para o início das obras sejam assinados até março de 2006 e que as primeiras embarcações já estejam navegando no final do próximo ano.
Sérgio Machado, presidente da Transpetro diz que o programa representa uma mudança de paradigma na indústria de grandes navios, que há 20 anos não realizava encomendas. A partir de uma encomenda de grande porte, segundo ele, será possível aos estaleiros investir em modernização tecnológica e se tornarem competitivos internacionalmente. Machado lembra que a indústria de grandes navios já foi forte no país na década de 70, chegando a ocupar o segundo lugar no ranking mundial. A partir daí, passou por um processo de estagnação, que começou a ser revertido na década de 90, com a produção de plataformas e barcos de apoio.
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai financiar até 90% dos custos necessários à construção dos primeiros navios. Os recursos são do Fundo de Marinha Mercante, do Ministério dos Transportes. O prazo de Amortização é de 20 anos e os juros são de 4% ao ano. Atualmente, dos 120 navios petroleiros usados pela Petrobrás, mais de 70 são fretados. Com o programa, a Transpetro reduzirá essa dependência.
A iniciativa gerada pelo governo federal é estratégica porque representa o renascimento da indústria de grandes navios no país e equivale a um terço de todos as embarcações que o Sistema Petrobras já teve até hoje. Nessa primeira fase, o processo vai gerar 22 mil empregos. A expectativa é de que os contratos para o início das obras sejam assinados até março de 2006 e que as primeiras embarcações já estejam navegando no final do próximo ano.
Sérgio Machado, presidente da Transpetro diz que o programa representa uma mudança de paradigma na indústria de grandes navios, que há 20 anos não realizava encomendas. A partir de uma encomenda de grande porte, segundo ele, será possível aos estaleiros investir em modernização tecnológica e se tornarem competitivos internacionalmente. Machado lembra que a indústria de grandes navios já foi forte no país na década de 70, chegando a ocupar o segundo lugar no ranking mundial. A partir daí, passou por um processo de estagnação, que começou a ser revertido na década de 90, com a produção de plataformas e barcos de apoio.
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai financiar até 90% dos custos necessários à construção dos primeiros navios. Os recursos são do Fundo de Marinha Mercante, do Ministério dos Transportes. O prazo de Amortização é de 20 anos e os juros são de 4% ao ano. Atualmente, dos 120 navios petroleiros usados pela Petrobrás, mais de 70 são fretados. Com o programa, a Transpetro reduzirá essa dependência.
Um segredo do Padrão Globo de Qualidade
Apresentar qualquer porcaria como se fosse o must do bom gosto atual.
(E como apresentam!)
(E como apresentam!)
Como é bom servir ao estado quo
Servidores federais do estado quo ganham R$ 4.150 por mês, em média, enquanto os outros, os que trabalham nas privadas, recebem mal e porca miseravelmente R$ 966, em mérdia.
18.12.05
Aos fiscais, aos enxeridos, aos perguntadores, a nós
Já olharam através do PORTAL DA TRANSPARÊNCIA? Não? Pois olhem-se lá!
Coisa da Controladoria Geral da União, coisa de petista, coisa de Lula. 264 milhões de informações sobre receitas e despesas do governo. Antes você não podia olhar. Agora pode. Coisa de petista.
Expulsão do PT para todos os que cometeram ilícitos!
Coisa da Controladoria Geral da União, coisa de petista, coisa de Lula. 264 milhões de informações sobre receitas e despesas do governo. Antes você não podia olhar. Agora pode. Coisa de petista.
Expulsão do PT para todos os que cometeram ilícitos!
17.12.05
Um desconcerto de Natal
Em auto-promoção festiva natalina, o governo do estado (Rigotto - PMDB) ornou o Palácio Piratini com cascata de luzes (até aí, muito bem!), acertou com a OSPA e vários corais um espetáculo natalino (até aí, ótimo!). O concerto seria em frente à Praça da Matriz (perfeito!). Mas aí ...
Montam o palco colado ao Palácio, estrategicamente, deixando a Igreja Matriz desaparecida atrás...
Pergunto - em homenagem a quem era o concerto mesmo?
A pergunta é dirigida ao Rigotto - o coraçãozinho que engana os gaúchos.
Para cúmulo do despropósito, o apresentador anuncia o espetáculo como A Christmas Recital - aí resolvi que não ficaria para ouvir ou ver o que mais saísse dali.
Montam o palco colado ao Palácio, estrategicamente, deixando a Igreja Matriz desaparecida atrás...
Pergunto - em homenagem a quem era o concerto mesmo?
A pergunta é dirigida ao Rigotto - o coraçãozinho que engana os gaúchos.
Para cúmulo do despropósito, o apresentador anuncia o espetáculo como A Christmas Recital - aí resolvi que não ficaria para ouvir ou ver o que mais saísse dali.
5.12.05
O PIPOQUEIRO GANANCIOSO E OS LIVREIROS ESPERTOS
Era uma vez um pipoqueiro que planejou ganhar muito dinheiro com seu carrinho de pipoca nos corredores da Feira do Livro de Porto Alegre, isto lá pelo início do século, no ano de 2005, se não me engano. A Feira já naquela época tinha bastante movimento e estava então recém em sua 51ª edição, vejam só!
Pois o pipoqueiro fez seus cálculos de quanto pretendia ganhar, multiplicou por cinco e lá se foi à Feira. Embora ele gastasse 30 centavos para encher um saquinho de pipocas, resolveu que venderia cada saquinho por três reais (real era chamado o dinheiro da época e havia até uma nobreza deputada que imperava no Brasil) . O pipoqueiro, segundo seus próprios cálculos, garantiria assim a renda para três meses, vendendo imensamente em meio àquele movimento medonho de intelectuais, estudantes e professores, todos endinheirados e muito esbanjadores, como costumavam ser todas as pessoas naquela época. Pelo menos deve ter sido esta a impressão do pipoqueiro, para cobrar pelo saquinho de pipoca dez vezes o seu custo.
Ocorre que nas Feiras daqueles tempos grande parte das barracas era de sebos, como eles chamavam as lojas de livros usados. – Como? – Ah, exato. Barracas. Eram casinhas feitas de madeira – aquele material que nós vimos outro dia no museu e era do tempo em que se permitia que cortassem árvores. Bem, pois onde o pipoqueiro estacionasse sua carrocinha haveria por perto uma barraca de sebo vendendo livros a 5, 3, 2 e até a 1 real. Sendo assim, o pipoqueiro pretendia vender um saquinho de pipocas pelo preço de um, dois, ou até de três livros. Conta-se que ele passou todo o tempo sentado ao lado de seu carrinho, sem vender quase nenhum saco de pipocas.
Já os vendedores de livros usados, e também os de livros novos que não praticaram preços de pipoqueiro ganancioso, venderam muitos e muitos livros...
A maioria dos livreiros e editores, entretanto, era tão esperta quanto o pipoqueiro, e todos sabemos, a esperteza freqüentemente acontece de ser burra, pois só consegue planejar o próximo passo e não o caminho. Assim é que, por causa dos preços quintuplicados que cobrava também a maioria dos fabricantes e vendedores de livros, o povo daquela época, ao longo dos anos, foi deixando de comprar livros, perdendo inclusive o hábito da leitura, e também o de comprar pipoca na rua (que, todos sabemos, é a mais gostosa), de formas que quanto mais diminuía a freguesia, mais esses vendedores espertos aumentavam os preços, para “compensar”....
Vejam então, crianças, a ironia da coisa – os gananciosos, a longo prazo, conseguiram foi, um poupar papel e o outro poupar milho. Mas o que eles queriam mesmo – muito dinheiro todos os anos – isto não conseguiram.
Felizmente foi por essa época que surgiu a BIBLIOTECA LIVRE, assim mesmo como vocês a conhecem hoje, só que em escala muito menor. Não eram todos que a usavam, como hoje, pois inicialmente poucos a conheciam (uma curiosidade – na época os livros eram feitos de papel, um material obtido também do abate de árvores).
Bom, o sistema da BIBLIOTECA LIVRE com o tempo fez as pessoas voltarem a ter o hábito e o apreço pela leitura, a se informarem, preservarem sua cultura, a se tornarem mais organizadas socialmente e mais exigentes em todas as áreas e eu pessoalmente acredito que a BIBLIOTECA teve também muita influência em que tenhamos conseguido superar aquela grande crise do eco-sistema que ocorreu na metade do século e a definir a nova organização social a partir daí.
Tenho como certo que se a maior parte do povo fosse ignorante como o era no início do século enfrentaríamos uma catástrofe social que nos aniquilaria, e os que eventualmente sobrevivessem subsistiriam na barbárie e nas trevas. Felizmente não foi isto o que aconteceu, pois nos 30 - 40 anos que precederam a catástrofe ecológica o povo conseguiu reverter a curva descendente em que despencava seu intelecto, e chegou a um bom nível intelectual e cultural que permitiu-nos a graça de estar contando e ouvindo esta história aqui, hoje.
Agora podem sair para o recreio e em uma hora voltem para a aula de telepatia e levitação.
Jean Scharlau Neto, Porto Alegre, dezembro de 2099.
Conheça e saiba como ser um pioneiro fundador da BIBLIOTECA LIVRE, aqui>>>> biliv.blogspot.com
Pois o pipoqueiro fez seus cálculos de quanto pretendia ganhar, multiplicou por cinco e lá se foi à Feira. Embora ele gastasse 30 centavos para encher um saquinho de pipocas, resolveu que venderia cada saquinho por três reais (real era chamado o dinheiro da época e havia até uma nobreza deputada que imperava no Brasil) . O pipoqueiro, segundo seus próprios cálculos, garantiria assim a renda para três meses, vendendo imensamente em meio àquele movimento medonho de intelectuais, estudantes e professores, todos endinheirados e muito esbanjadores, como costumavam ser todas as pessoas naquela época. Pelo menos deve ter sido esta a impressão do pipoqueiro, para cobrar pelo saquinho de pipoca dez vezes o seu custo.
Ocorre que nas Feiras daqueles tempos grande parte das barracas era de sebos, como eles chamavam as lojas de livros usados. – Como? – Ah, exato. Barracas. Eram casinhas feitas de madeira – aquele material que nós vimos outro dia no museu e era do tempo em que se permitia que cortassem árvores. Bem, pois onde o pipoqueiro estacionasse sua carrocinha haveria por perto uma barraca de sebo vendendo livros a 5, 3, 2 e até a 1 real. Sendo assim, o pipoqueiro pretendia vender um saquinho de pipocas pelo preço de um, dois, ou até de três livros. Conta-se que ele passou todo o tempo sentado ao lado de seu carrinho, sem vender quase nenhum saco de pipocas.
Já os vendedores de livros usados, e também os de livros novos que não praticaram preços de pipoqueiro ganancioso, venderam muitos e muitos livros...
A maioria dos livreiros e editores, entretanto, era tão esperta quanto o pipoqueiro, e todos sabemos, a esperteza freqüentemente acontece de ser burra, pois só consegue planejar o próximo passo e não o caminho. Assim é que, por causa dos preços quintuplicados que cobrava também a maioria dos fabricantes e vendedores de livros, o povo daquela época, ao longo dos anos, foi deixando de comprar livros, perdendo inclusive o hábito da leitura, e também o de comprar pipoca na rua (que, todos sabemos, é a mais gostosa), de formas que quanto mais diminuía a freguesia, mais esses vendedores espertos aumentavam os preços, para “compensar”....
Vejam então, crianças, a ironia da coisa – os gananciosos, a longo prazo, conseguiram foi, um poupar papel e o outro poupar milho. Mas o que eles queriam mesmo – muito dinheiro todos os anos – isto não conseguiram.
Felizmente foi por essa época que surgiu a BIBLIOTECA LIVRE, assim mesmo como vocês a conhecem hoje, só que em escala muito menor. Não eram todos que a usavam, como hoje, pois inicialmente poucos a conheciam (uma curiosidade – na época os livros eram feitos de papel, um material obtido também do abate de árvores).
Bom, o sistema da BIBLIOTECA LIVRE com o tempo fez as pessoas voltarem a ter o hábito e o apreço pela leitura, a se informarem, preservarem sua cultura, a se tornarem mais organizadas socialmente e mais exigentes em todas as áreas e eu pessoalmente acredito que a BIBLIOTECA teve também muita influência em que tenhamos conseguido superar aquela grande crise do eco-sistema que ocorreu na metade do século e a definir a nova organização social a partir daí.
Tenho como certo que se a maior parte do povo fosse ignorante como o era no início do século enfrentaríamos uma catástrofe social que nos aniquilaria, e os que eventualmente sobrevivessem subsistiriam na barbárie e nas trevas. Felizmente não foi isto o que aconteceu, pois nos 30 - 40 anos que precederam a catástrofe ecológica o povo conseguiu reverter a curva descendente em que despencava seu intelecto, e chegou a um bom nível intelectual e cultural que permitiu-nos a graça de estar contando e ouvindo esta história aqui, hoje.
Agora podem sair para o recreio e em uma hora voltem para a aula de telepatia e levitação.
Jean Scharlau Neto, Porto Alegre, dezembro de 2099.
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